domingo, 3 de dezembro de 2017

Nós e as redes sociais

Atualmente, somos direcionados por uma mente que pouco se esforça para sentir, apenas sente aquele comentário no Twitter ou aquele gosto na foto postada no Instagram, que mil pessoas veem, trezentas colocam gosto e apenas uma ou duas dessas trezentas pessoas  um gosto sentido.
As redes sociais são um influenciador sem influência, algo que serve de constante refúgio para as frustrações da vida e uma falsa solução para os medos emocionais, que dantes eram resolvidos com uma conversa e agora são expostos no Instagram com uma frase e uma foto que apenas refletem um superficial estado de espírito da pessoa para toda a gente, deixando a solução à deriva, num dia longo.
O mundo é ligado pelas stories no Instagram ou pelos snaps que transmitem o que estamos a fazer naquele instante para todos os nossos seguidores, que podem ser de três continentes diferentes.
Por outro lado, apesar de todos os infortúnios que nos trazem, as redes sociais são grandes meios facilitadores do bom funcionamento do mundo e da vida de cada cidadão.
Através de um chat do Facebook ou Skype, conseguimos comunicar com o nosso amigo e transmitir-lhe o nosso verdadeiro estado de espírito, através de palavras ou videochamada, o que aproxima os mais afastados. É, de facto, fantástica esta ligação que nos dá a conhecer todas as referências, através de um simples objeto que transmite informação por um vidro que nos aproxima de tudo.

Assim, é a utilização que fazemos desse novo mundo que define se ele nos aliena ou nos aproxima do que dá sentido à vida: a relação “sem rede" com os outros.
João Pedro Couto Rodrigues, 11ºB

sábado, 2 de dezembro de 2017

Novo horário escolar

Este ano letivo fomos surpreendidos com aulas de 50/100 minutos.
A escola completou este ano o seu 26° aniversário e durante os primeiros 15 anos, na nossa escola, cada aula era de 50 minutos.
Há cerca de 11 anos surgiu a mudança de tempo de duração das aulas que passaram a ter 45/90 minutos.
No âmbito de um trabalho para a disciplina de Português, quisemos saber a opinião de alunos e professores sobre a mudança dos tempos letivos de 45 minutos para 50 minutos.

1 – Opinião dos alunos

Em relação aos alunos, elaboramos um pequeno questionário e nos intervalos das aulas recolhemos a opinião de 100 colegas. Apresentamos os resultados deste inquérito nos gráficos seguintes. 

Preferes as aulas de 45/90 minutos ou 50/100 minutos?

Gostas das novas aulas de 50 minutos?

Achas que os tempos de intervalo estão bem distribuídos?

Achas que o teu horário é demasiado sobrecarregado?

As aulas de 50 minutos são mais rentáveis?

2-      Opinião de professores

Para este estudo achámos importante conhecer a opinião de alguns dos senhores professores sobre o assunto.
Ana Teixeira, professora de Inglês e Alemão.
Dá aulas nesta escola há 18 anos. Na sua opinião, as aulas de 50/100 minutos são mais produtivas, pois o tempo de concentração de cada pessoa, sendo adulto, adolescente ou pré-adolescente, não é muito extenso.
Com as aulas de 90 minutos, chegava a determinada altura que tanto os alunos como os professores já estavam cansados.
Anabela Dalot, professora de Geografia.
Dá aulas nesta escola há 25 anos. Na sua opinião, as aulas de 50/100 minutos são melhores a nível de concentração dos alunos, ficando menos dispersos por ser menos tempo, porém o horário não está bem organizado, não está bem distribuído.

Em conversa com outros senhores professores constatámos que têm mais ou menos a mesma visão. As aulas de 50/100 minutos fazem com que os alunos não estejam tão dispersos e estejam mais atentos nas aulas.


3- Conclusão

Nem sempre é fácil organizar os horários escolares.
A distribuição dos tempos letivos e das disciplinas ao longo dos dias da semana vão influenciar não só a atenção e a aprendizagem dos alunos como a vida profissional dos professores.
Este ano letivo 2017/2018 o conselho pedagógico da nossa escola decidiu voltar a apostar nas aulas de 50/100 minutos como já ocorrera há anos atrás.
Segundo os senhores professores esta nova aposta contribuiu favoravelmente para a atenção/concentração dos alunos.
A cada 50 minutos que passa o aluno e o professor têm direito a uma pausa/intervalo. Da parte de manhã: o primeiro de 10 minutos, o segundo de 15 minutos e o terceiro e o quarto de cinco minutos; da parte de tarde: o primeiro de 5 minutos, o segundo de 10 minutos, o terceiro de 15 minutos e o quarto e o quinto de 5 minutos.
Como pudemos verificar no gráfico, à pergunta “ preferes aulas de 45/90 minutos ou 50/100 minutos” a maior parte dos alunos respondeu 50/100 minutos. Deduzimos, então, que esta sondagem confirma uma aceitação e uma satisfação pela parte dos alunos.
Já para os técnicos operacionais da escola, a alteração da duração dos tempos letivos não influenciou tanto o seu trabalho. Mas temos uma exceção, esta mudança levou a que os alunos tivessem mais intervalos que nos anos anteriores e as senhoras que trabalham no bar têm uma maior dificuldade em responder aos pedidos dos alunos e dos professores porque há uma maior afluência a este espaço e particularmente no turno da manhã.
Concluímos, então, que as aulas de 50/100 minutos, tirando esta situação do atendimento no bar, estão a ser muito mais rentáveis e que são uma mais-valia para todos nós, estudantes, e para todos os que nos acompanham nesta jornada.

Trabalho realizado por:
Beatriz Fonseca n°3; Bruna Oliveira n°4; Nanci Macedo n°14; Tiago Borges n°17, 11°D

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Apreciação Crítica

João Botelho deu alma à obra de Garret - “Frei Luís de Sousa”, adaptando-a ao cinema, no filme “Quem és tu?”, representado por Patrícia Guerreiro, Susana Borges, Rui Morisson, Rogério Samora e José Pinto. Um bom projeto e um resultado bem sucedido.
No filme a expressividade das personagens cativa-nos e envolve-nos. Além disso, as personagens, pela sua ação, localizam-nos no tempo e no espaço. É que a ação decorre numa época bem diferente da do nosso dia-a-dia!
Os cenários, as cores e o próprio espaço dizem-nos muito acerca do drama em si, por exemplo, no segundo ato, toda essa combinação acaba por nos transmitir a preocupação e o medo vividos por D.Madalena.
O guarda-roupa também nos conduziu até ao século XVI.   
A visualização do filme em diferentes aulas de Português ajudou-nos à compreensão da obra.
Francisca, 11ºD

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Momentos Qualifica

O início remonta a setembro, momento no qual começou uma nova etapa nas vivências da ESPL. Constituída a equipa de trabalho, foram sendo ultrapassadas várias fases desta nova valência do nosso Agrupamento de Escolas.
Paulatinamente, o processo da formação e certificação de adultos começou a ganhar forma. Das sessões de trabalho iniciais, nas quais se vão dando a conhecer os Referenciais de Competências-Chave, às sessões de formação complementar - têm agora um mínimo obrigatório de 50horas -, a Escola voltou a ganhar vida no período noturno.
Foi ao longo das sessões de formação dos primeiros dois grupos de adultos que surgiu a ideia de nos despedirmos daqueles que já cumpriram uma fase deste processo, com um momento mais informal e de convívio. As Senhoras ofereceram-se de imediato para adoçarem o momento e o resultado final foi um verdadeiro festival de doçuras… Um chá ou um café, bem quentes, acompanharam o momento que trouxe ânimo, vida e calor a uma noite que poderia ter sido igual a tantas outras!...
Filipa Silva e Rosa Martins

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

"[...] estudar e trabalhar vale sempre a pena..."

No passado dia 10 de novembro, ocorreu a entrega de prémios dos quadros de valor, mérito e excelência escolar. Aquele momento em que todos os alunos percebem que estudar e trabalhar vale sempre a pena e que nada se alcança sem esforço e dedicação. É, sem dúvida, uma noite diferente, todos os anos trazendo algo inovador. Os momentos musicais, por exemplo, são uma excelente marca de momentos de emoção nessa noite. Assim, considerei ter sido esta noite única, deixando pais orgulhosos e os alunos com um sorriso de orelha a orelha mas, o mais importante é que reconhecermos que a nossa presença naquela noite é fruto de muita dedicação, tornando-nos mais confiantes para o seguimento do próximo ano.

                                                                       Miriam Sequeira Gonçalves, 7ºA

[...] "o reconhecimento da luta e do esforço..."


Em ambiente acolhedor e familiar, como habitualmente vivenciado neste grandioso Agrupamento, decorreu a honrosa cerimónia de entrega dos prémios de condecoração escolar, relativo ao desempenho qualificado e à primorosa dedicação de todos os alunos que demonstraram ser merecedores do mesmo. 
Tornava-se, assim, percetível a magia daqueles, pequenos e mais crescidos, que presenciavam o reconhecimento da luta e do esforço empregues ao longo dos seus percursos e, igualmente, dos que desempenharam o papel principal de apoio e acompanhamento e que eram, nessa mesma noite, gratificados pelo orgulho de poderem aplaudir o sucesso dos seus queridos. Hoje são memoráveis todos os sorrisos que ali se plantaram pela honra e pela concretização.
Por isso, é essencial que assim se mantenham estes eventos, essencialmente para aqueles que ainda são rebentos e que adoram subir, pisar o palco e avistar toda uma plateia que os louva, como motivação de um sucesso contínuo para um futuro brilhante. 

                                                                       Marina Sequeira Gonçalves, 12ºC

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Eco-Escolas e S. Martinho de mãos dadas…


Como já começa a ser tradição, o Dia Eco-Escolas associou-se ao Dia de S. Martinho e, no passado dia 10 de novembro, a partir das 10.30h, a entrada principal da Escola Básica do Ave encheu-se de cor e vida com os alunos desde o pré-escolar ao terceiro ciclo, educadoras, professores, pessoal não docente, Pais/Encarregados de Educação, o Diretor do nosso Agrupamento, José Ramos e a Vice-Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Gabriela Fonseca. 

A cerimónia foi apresentada por um grupo de alunos da Escola que culminou com o hastear da Bandeira Verde Eco-Escolas ao som da música “Não Sou o Único” do grupo Xutos e Pontapés acompanhada das belas vozes dos presentes. Galardão atribuído à nossa Escola, na cerimónia das Bandeiras Eco-Escolas, no passado dia 27 de setembro, em Mafra, resultado do trabalho de qualidade desenvolvido pela comunidade educativa em torno da Educação Ambiental e para a Sustentabilidade, no ano letivo anterior, e que juntos continuamos a reforçar.

Logo de seguida, foi inaugurado o Painel Eco-Escolas do Átrio da Escola onde podem ser apreciados alguns dos belíssimos corações de filigrana em tecido realizados no âmbito do desafio Eco-Escolas “A Minha Terra em Tecido”. Momento que se tornou ainda mais belo e divertido quando se começou a ouvir o som do acordeão…

Depois de uma passagem pela Feirinha do Outono, na qual a comunidade pôde comprar produtos da época e cuja receita reverte para a compra de uma mesa e bancos de exterior, foi tempo de saborear as deliciosas castanhas enquanto se divertiam com os jogos tradicionais preparados pelos professores de Educação Física em articulação com a equipa dos “Eco-Clubes”.

Foi um verdadeiro dia de Verão de S. Martinho que marcou mais um Dia Eco-Escolas! Um dia diferente, mas espetacular, no qual nunca esquecemos que… na Escola, em casa, em qualquer lugar…

SER ECO É QUE ESTÁ A DAR!... PARA O AMBIENTE AJUDAR!!!



Equipas Eco-Escolas e C.F. Pinheiro Vivo

“A Catedral do Mar”(Ildefonso Falcones): amor e liberdade

Século XIV. Barcelona dos sonhos de muitos e da riqueza de poucos. O bairro dos pescadores. Bernat Estanyol, um servo da terra, tinha fugido da vingança de um senhor feudal e quer ser um homem livre. Santa Maria do Mar, a Igreja que se desenha pano de fundo duma trama romanesca grandiosa, de ódios e amores, histórias e estórias que se mesclam nas ruas, nas casas de personagens de autêntica sensibilidade, de uma humanidade tocante. Há fugas, fome, violência, castelos e traições, raiva, e desengano, amor, encontros furtuitos, desditas que se compõem em fios de vida, correrias de crianças que, na praia, enfrentam a noite e o desconhecido…
O jovem Estanyol trabalha arduamente para ajudar a construir aquela que será também a sua Igreja, sublime construção perto do mar, no Bairro da Ribera, onde as gentes se encontram mais tarde, para olhar e venerar a Virgem que sorri (e ainda hoje sorri, se olharmos atentamente, mistério de uma cidade que nos envolve com paixão…).
Logo no início do romance, uma festa de casamento. Dois jovens e a respetiva família. Festa. Alegria. Cavalos ao longe… E tudo muda… para sempre… inevitavelmente. Tudo por causa de um direito que não se quer aceitar e que o senhor feudal faz valer. Nada mais será como seria suposto. E a estória se enreda nos factos que fluem, com uma técnica capaz de prender até à última página. Esfregamos os olhos, incrédulos, perante a capacidade de o autor nos fazer vivenciar a história de todas aquelas pessoas, que são, entretanto, também, ou da nossa família, ou da nossa rua ou bairro, mas, certamente, da nossa mais profunda imaginação e entranhados nas nossos sentimentos de leitores. Mistério e intriga urdidos ao pormenor, meticulosamente. Peripécias que fascinam, intensas, vibrantes, galopantes…
História e ficção misturam-se nesta obra de Falcones, numa Barcelona de contos medievais. No fim, a vontade premente de cruzar a porta magnífica que viu os bastaixos com as pedras às costas, dia após dia, a chorar as mágoas e a celebrar a vida.

A continuar, para quem não resistir, “Os Herdeiros da Terra”, do mesmo autor, talvez menos poético, talvez menos propenso ao sonho, mas igualmente digno de uma Barcelona férrea de lutas e glórias.
Glória Pires

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Entrega dos diplomas de Valor, de Mérito e de Excelência

No dia 10 de novembro, no auditório de Fontarcada, o Agrupamento de Escolas de Póvoa de lanhoso, agraciou publicamente os alunos que evidenciaram Excelência e Mérito escolares e mostraram, com atitudes e atos, valores de solidariedade, entreajuda, cooperação, arte e erudição.
No ano letivo 2016/2017, além do mérito e da excelência escolares, tivemos alunos que se evidenciaram em projectos relacionados com a matemática, com a escrita, com a europa e em ações de solidariedade…
Camilo Castelo Branco dizia que “os dias prósperos não vêm ao acaso; são granjeados, como as searas, com muita fadiga e com muitos intervalos de desalento”. Ora, estes jovens souberam interpretar, alimentar e projetar os seus anseios, os seus sonhos…   mas, tal com dizia Miguel Torga, “o que é bonito neste mundo, e anima, é ver que na vindima de cada sonho fica a cepa a sonhar outra aventura. E que a doçura que não se prova se transfigura noutra doçura muito mais pura e muito mais nova”.
Portanto, não temos dúvidas, que, para o ano, estes e outros continuarão a valorizar esta comunidade educativa.
José Manuel Ramos
Diretor do AEPL

Alunos que compõem o Quadro de  honra do AEPL [Ver Lista]
(Ano letivo 2016/017)

Portugal, um país a necessitar de ação.

Será Portugal um país sem esperança? Será Portugal uma causa perdida?

Todos devemos estar bem conscientes da situação que o nosso país atravessa. Basta voltarmos um pouco atrás no tempo, e recordar o inferno que foi o dia 15 de outubro. Sim, eu sei, é avassaladora esta memória! É avassalador pensar que aquilo que demorou anos a construir foi destruído, num instante. Mas sabem o que é mais avassalador, ainda? A atitude dos portugueses!

Na noite de 15 de outubro, as páginas das redes sociais encheram-se com palavras de apoio aos soldados da paz. A quantidade de avisos, de apelos, era enorme... Sim, tudo isto parece magnífico e extraordinário, mas as atitudes, o arregaçar as mangas e pôr as mãos à obra e ajudar o país? Pois, disso não se viu muito! E este é o problema da sociedade portuguesa: vive de muitas palavras e de poucas atitudes. Não teria sido melhor, em vez de terem gasto o tempo a fazer posts nas redes sociais, terem ido a um posto de bombeiros e contribuir com o que pudessem? Não seria tudo tão diferente? Não seria tudo melhor?

Apelo a vós, portugueses, que não se confinem à pouca ação perante situações tão graves, que lutem pelo nosso país, tal como fez, por exemplo, o Padre António Vieira.

Lembrem-se: são urgentes mais atitudes! Não se limitem às palavras, à ação virtual, passem à ação concreta! Não ouçam e calem, lutem! Porque este é o nosso país, a nossa casa!

Susana Silva, 11B

sábado, 11 de novembro de 2017

PROJETOS, CLUBES EM AÇÃO…

O Agrupamento de Escolas de Póvoa de Lanhoso abrange diversos níveis de ensino, desde o pré-escolar ao ensino secundário, e disponibiliza uma oferta dirigida a adultos, a partir do Centro Qualifica. Independentemente do nível de ensino, dos dinamizadores, dos intervenientes, dos destinatários ou dos objetivos a trabalhar, nacionais ou internacionais, são vários os projetos / clubes em funcionamento no nosso agrupamento que, privilegiando as áreas prioritárias do Projeto Educativo, dão o seu contributo ao nível das aprendizagens fundamentais: "aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver em comum e aprender a ser”.

Entre os projetos / clubes do Agrupamento, há a destacar o Clube de Arte Japonesa, o Clube da Floresta Os Milhafrões, o Clube da Floresta Pinheiro Vivo, o Desporto Escolar, o Programa Eco-Escolas, o Grupo de Cavaquinhos, o Projeto Heróis da Fruta, o Programa de Apoio à Promoção da Educação para a Saúde, o Projeto Art`oca, o Projetos Europeus e ainda a Biblioteca Escolar que reúne vários projetos e o Jornal do Agrupamento Preto no Branco.

Apesar dos projetos/clubes serem dinamizados por uma equipa sob orientação do respetivo coordenador, é importante que, ao longo do ano, não esqueçamos que temos um papel relevante na concretização de muitos deles e na vida do nosso Agrupamento!
Ana Isabel Granja
Coordenadora dos Projetos

Projetos, Clubes em Ação....  -----> [+ Informação]   [horários/profs. responsáveis]

Corta-Mato Escolar

Nunca se tinham inscrito tantos alunos como este ano no corta-mato escolar.

No passado dia 8 de novembro, o grupo de Educação Física do Agrupamento de Escolas de Póvoa Lanhoso organizou, conjuntamente com o Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio, no Parque do Pontido, mais uma edição do Corta-Mato Escolar. O local é magnífico para este tipo de provas e, aliado a um bom dia de sol, como esteve nesse dia, permitiu que alunos, professores, bem como toda a comunidade tivessem podido disfrutar de um ótimo espetáculo.
A competição começou às 10 horas e prolongou-se até ao final da manhã. Foram entregues medalhas aos 3 primeiros classificados por género, nos escalões de Infantis, Iniciados, juvenis e juniores.
Inscreveram-se para esta prova 290 alunos, 156 alunos da Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso (ESPL) e 134 da Escola Básica Integrada do Ave (EBI do Ave), números estes muito superiores ao do ano anterior. Pela primeira vez a ESPL teve mais alunos inscritos que a EBI do Ave.
Esta competição apurou os seis primeiros classificados por escalão/sexo para a fase distrital, em data a definir, a ter lugar em Guimarães, junto à Pista de Atletismo Irmãos Gémeos Castro.
O grupo de professores que dinamizou esta atividade enaltece a forma como todos os alunos se empenharam na participação desta competição, independentemente da classificação conseguida, agradecendo também aos alunos do ensino profissional que fizeram a reportagem fotográfica deste evento.
Ricardo Rodrigues
(pelo Grupo Disciplinar de Educação Física)

terça-feira, 7 de novembro de 2017

AUTOAVALIAÇÃO: modo ON

Avaliar algo e autoavaliarmo-nos são, certamente, dos desafios maiores que nos podem ser colocados. E só poderão ser realizados como um exercício que vem do mais fundo de nós e nunca como uma simples tarefa técnica a executar de forma burocrática. Por isso, terá de começar, sempre, com o reconhecimento de tanto bem recebido para prosseguir no desejo de encontrar um bem maior.
Sem julgamentos ou autojustificações, importará recolher informação o mais completa possível para ser suporte de discernimento e de tomada de decisões, sem receio da verdade e confrontando questões pertinentes. Assim, ganhar-se-á liberdade para a avaliação e autoavaliação.
É desta forma que a nova Equipa de Autoavaliação do nosso Agrupamento olha para este desafio. Uma Comissão Executiva constituída por três professores, auxiliada por um Grupo de Consultores – entre docentes, pessoal não docente, alunos e pais - dará corpo à tarefa de olhar e autoavaliar o Plano Estratégico, no biénio 2017 – 2019, a fim de colaborar com o Diretor do Agrupamento na redefinição ou manutenção desse plano.
Aqui estamos. Prontos a trabalhar e a sonhar, acreditando que a Educação é a asa na qual voam os sonhos.
Margarida Corsino da Silva
(Coordenadora da Equipa de Autoavaliação do AEPL)

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Trovadores a “surfar” [3]












Ó mar imenso! Ó mar sagrado
Ó mar que trazes o marinheiro apavorado
A ti me dirijo, ó mar! 
A ti me dirijo, ó mar! 

Ó mar sagrado! Ó mar imenso 
Ajuda o marinheiro que engoles em silêncio 
A ti me dirijo, ó mar! 
A ti me dirijo, ó mar!

Ó mar que trazes o marinheiro apavorado
Ó mar ajuda o marinheiro destroçado.
A ti me dirijo, ó mar! 
A ti me dirijo, ó mar!

Ajuda o marinheiro que engoles em silêncio 
Concede misericórdia e dá-lhe tempo.
A ti me dirijo, ó mar! 
A ti me dirijo, ó mar!

Pelo marinheiro destroçado, ao mar peço misericórdia 
Dá-lhe pão, amor e concórdia
A ti me dirijo, ó mar! 
A ti me dirijo, ó mar!

Sê misericordioso e dá-lhe tempo
Para que encontre na vida marítima alento
A ti me dirijo, ó mar! 
A ti me dirijo, ó mar!
                                       Maria Leonor da Costa, 10º B

Ondas de Viana,
por aí eu passei,
e sempre vos recordarei
a surfar em cima da prancha,
a brisa do mar levei.

Ondas de Viana,
coisa tal nunca fiz.
Fui muito feliz,
a surfar em cima da prancha,
a brisa do mar levei.

Surf complicado,
com professores facilitado,
com vontade experimentei,
a surfar em cima da prancha,
a brisa do mar levei.

Surf complicado!
Com o braço cansado,
não me levantei,
a surfar em cima da prancha,
a brisa do mar levei.

Meu mar querido,
nessa hora me seguraste.
Que graças eu te dei,
a surfar em cima da prancha,
a brisa do mar levei.
                                      Renata Tinoco 10º B

Trovadores a "surfar" [2]






   Tu me chamas sobre as águas,
   Onde os meus pés podem falhar.
   E se a maré subir?
   E se a maré subir?

   Para lá das ondas vou olhar,
   Aqui, à beira mar…
   E se a maré subir?
   E se a maré subir?

   Onde os meus pés podem falhar,
   Quero andar sobre as águas do mar.
   E se a maré subir?
   E se a maré subir?

   Aqui, à beira mar…
   Vejo nas ondas o desejo de surfar.
   E se a maré subir?
   E se a maré subir?

   Quero andar sobre as águas do mar,

   Nas suas ondas me deixo levar
   E se a maré subir?
   E se a maré subir?
                                        Ana Margarida Guimarães, 10º B
            
O mar azul começa a crescer.
Nós, as meninas, ansiosas por ver
o lindo pôr do sol nascer e,
desesperadas de olhar o nosso amigo aparecer!
                                             Esperando o amor.

Nossos amores também irão surfar
 e  piscar o olho ao nosso brilhar,
virão com aquele fato lindo de morrer
tentar deslumbrar-nos, fazendo-nos “derreter”,
                                             Esperando o amor.

Nós, estamos à espera que eles notem!
A beleza que existe dentro de nós,
só assim,  os conseguiremos levar
nesta encantadora onda de mar,
que nos faz pensar e sonhar,
no tão bom do que o surf tem para nos dar.
                                       Esperando o amor.  

                                                  Duarte Antunes, 10º B
     
  


       Ó mar infinito
     És grande e imprevisível
     E domar-te é impossível
     Ó mar infinito!

     És grande e inesperado
     Para muitos és o seu fado
     Ó mar infinito!

     E domar-te é impossível
     A tua força estranha… incrível
     Ó mar infinito!

     Para muitos és o seu fado
     Tantos a ti se entregam com ou sem bom grado
     Ó mar infinito!

     A tua força estranha incrível
     A natureza que em ti reside… imprescindível
    Ó mar infinito!

    Tantos que a ti se entregam com ou sem bom grado
    Uns com ofício e outros por acharem este mundo acabado
    Ó mar infinito!
                                                       João Oliveira, 10º B

     Ia eu a Viana do Castelo
     e ensinaram-me a surfar
     eu em cima de uma prancha!
     eu em cima de uma prancha!

     Estava eu com os meus amigos
     e ensinaram-me a apanhar uma onda
     eu em cima de uma prancha!
     eu em cima de uma prancha!

     Ensinaram-me a surfar
     que maré alta, que diversão
     eu em cima de uma prancha!
     eu em cima de uma prancha!

     Que diversão, que maré alta
     o povo vianense na igreja de Santa Luzia
     eu em cima de uma prancha!
     eu em cima de uma prancha!

     O povo vianense no santuário
     que privilégio, que adoração
     eu em cima de uma prancha!
     eu em cima de uma prancha!

     Que adoração, que privilégio
     Hei de lá voltar, já tenho saudades
     eu em cima de uma prancha!
     eu em cima de uma prancha!
                                               Lara Marques, 10º B