segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Eco-Escolas e S. Martinho de mãos dadas…


Como já começa a ser tradição, o Dia Eco-Escolas associou-se ao Dia de S. Martinho e, no passado dia 10 de novembro, a partir das 10.30h, a entrada principal da Escola Básica do Ave encheu-se de cor e vida com os alunos desde o pré-escolar ao terceiro ciclo, educadoras, professores, pessoal não docente, Pais/Encarregados de Educação, o Diretor do nosso Agrupamento, José Ramos e a Vice-Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Gabriela Fonseca. 

A cerimónia foi apresentada por um grupo de alunos da Escola que culminou com o hastear da Bandeira Verde Eco-Escolas ao som da música “Não Sou o Único” do grupo Xutos e Pontapés acompanhada das belas vozes dos presentes. Galardão atribuído à nossa Escola, na cerimónia das Bandeiras Eco-Escolas, no passado dia 27 de setembro, em Mafra, resultado do trabalho de qualidade desenvolvido pela comunidade educativa em torno da Educação Ambiental e para a Sustentabilidade, no ano letivo anterior, e que juntos continuamos a reforçar.

Logo de seguida, foi inaugurado o Painel Eco-Escolas do Átrio da Escola onde podem ser apreciados alguns dos belíssimos corações de filigrana em tecido realizados no âmbito do desafio Eco-Escolas “A Minha Terra em Tecido”. Momento que se tornou ainda mais belo e divertido quando se começou a ouvir o som do acordeão…

Depois de uma passagem pela Feirinha do Outono, na qual a comunidade pôde comprar produtos da época e cuja receita reverte para a compra de uma mesa e bancos de exterior, foi tempo de saborear as deliciosas castanhas enquanto se divertiam com os jogos tradicionais preparados pelos professores de Educação Física em articulação com a equipa dos “Eco-Clubes”.

Foi um verdadeiro dia de Verão de S. Martinho que marcou mais um Dia Eco-Escolas! Um dia diferente, mas espetacular, no qual nunca esquecemos que… na Escola, em casa, em qualquer lugar…

SER ECO É QUE ESTÁ A DAR!... PARA O AMBIENTE AJUDAR!!!



Equipas Eco-Escolas e C.F. Pinheiro Vivo

“A Catedral do Mar”(Ildefonso Falcones): amor e liberdade

Século XIV. Barcelona dos sonhos de muitos e da riqueza de poucos. O bairro dos pescadores. Bernat Estanyol, um servo da terra, tinha fugido da vingança de um senhor feudal e quer ser um homem livre. Santa Maria do Mar, a Igreja que se desenha pano de fundo duma trama romanesca grandiosa, de ódios e amores, histórias e estórias que se mesclam nas ruas, nas casas de personagens de autêntica sensibilidade, de uma humanidade tocante. Há fugas, fome, violência, castelos e traições, raiva, e desengano, amor, encontros furtuitos, desditas que se compõem em fios de vida, correrias de crianças que, na praia, enfrentam a noite e o desconhecido…
O jovem Estanyol trabalha arduamente para ajudar a construir aquela que será também a sua Igreja, sublime construção perto do mar, no Bairro da Ribera, onde as gentes se encontram mais tarde, para olhar e venerar a Virgem que sorri (e ainda hoje sorri, se olharmos atentamente, mistério de uma cidade que nos envolve com paixão…).
Logo no início do romance, uma festa de casamento. Dois jovens e a respetiva família. Festa. Alegria. Cavalos ao longe… E tudo muda… para sempre… inevitavelmente. Tudo por causa de um direito que não se quer aceitar e que o senhor feudal faz valer. Nada mais será como seria suposto. E a estória se enreda nos factos que fluem, com uma técnica capaz de prender até à última página. Esfregamos os olhos, incrédulos, perante a capacidade de o autor nos fazer vivenciar a história de todas aquelas pessoas, que são, entretanto, também, ou da nossa família, ou da nossa rua ou bairro, mas, certamente, da nossa mais profunda imaginação e entranhados nas nossos sentimentos de leitores. Mistério e intriga urdidos ao pormenor, meticulosamente. Peripécias que fascinam, intensas, vibrantes, galopantes…
História e ficção misturam-se nesta obra de Falcones, numa Barcelona de contos medievais. No fim, a vontade premente de cruzar a porta magnífica que viu os bastaixos com as pedras às costas, dia após dia, a chorar as mágoas e a celebrar a vida.

A continuar, para quem não resistir, “Os Herdeiros da Terra”, do mesmo autor, talvez menos poético, talvez menos propenso ao sonho, mas igualmente digno de uma Barcelona férrea de lutas e glórias.
Glória Pires

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Entrega dos diplomas de Valor, de Mérito e de Excelência

No dia 10 de novembro, no auditório de Fontarcada, o Agrupamento de Escolas de Póvoa de lanhoso, agraciou publicamente os alunos que evidenciaram Excelência e Mérito escolares e mostraram, com atitudes e atos, valores de solidariedade, entreajuda, cooperação, arte e erudição.
No ano letivo 2016/2017, além do mérito e da excelência escolares, tivemos alunos que se evidenciaram em projectos relacionados com a matemática, com a escrita, com a europa e em ações de solidariedade…
Camilo Castelo Branco dizia que “os dias prósperos não vêm ao acaso; são granjeados, como as searas, com muita fadiga e com muitos intervalos de desalento”. Ora, estes jovens souberam interpretar, alimentar e projetar os seus anseios, os seus sonhos…   mas, tal com dizia Miguel Torga, “o que é bonito neste mundo, e anima, é ver que na vindima de cada sonho fica a cepa a sonhar outra aventura. E que a doçura que não se prova se transfigura noutra doçura muito mais pura e muito mais nova”.
Portanto, não temos dúvidas, que, para o ano, estes e outros continuarão a valorizar esta comunidade educativa.
José Manuel Ramos
Diretor do AEPL

Alunos que compõem o Quadro de  honra do AEPL [Ver Lista]
(Ano letivo 2016/017)

Portugal, um país a necessitar de ação.

Será Portugal um país sem esperança? Será Portugal uma causa perdida?

Todos devemos estar bem conscientes da situação que o nosso país atravessa. Basta voltarmos um pouco atrás no tempo, e recordar o inferno que foi o dia 15 de outubro. Sim, eu sei, é avassaladora esta memória! É avassalador pensar que aquilo que demorou anos a construir foi destruído, num instante. Mas sabem o que é mais avassalador, ainda? A atitude dos portugueses!

Na noite de 15 de outubro, as páginas das redes sociais encheram-se com palavras de apoio aos soldados da paz. A quantidade de avisos, de apelos, era enorme... Sim, tudo isto parece magnífico e extraordinário, mas as atitudes, o arregaçar as mangas e pôr as mãos à obra e ajudar o país? Pois, disso não se viu muito! E este é o problema da sociedade portuguesa: vive de muitas palavras e de poucas atitudes. Não teria sido melhor, em vez de terem gasto o tempo a fazer posts nas redes sociais, terem ido a um posto de bombeiros e contribuir com o que pudessem? Não seria tudo tão diferente? Não seria tudo melhor?

Apelo a vós, portugueses, que não se confinem à pouca ação perante situações tão graves, que lutem pelo nosso país, tal como fez, por exemplo, o Padre António Vieira.

Lembrem-se: são urgentes mais atitudes! Não se limitem às palavras, à ação virtual, passem à ação concreta! Não ouçam e calem, lutem! Porque este é o nosso país, a nossa casa!

Susana Silva, 11B

sábado, 11 de novembro de 2017

PROJETOS, CLUBES EM AÇÃO…

O Agrupamento de Escolas de Póvoa de Lanhoso abrange diversos níveis de ensino, desde o pré-escolar ao ensino secundário, e disponibiliza uma oferta dirigida a adultos, a partir do Centro Qualifica. Independentemente do nível de ensino, dos dinamizadores, dos intervenientes, dos destinatários ou dos objetivos a trabalhar, nacionais ou internacionais, são vários os projetos / clubes em funcionamento no nosso agrupamento que, privilegiando as áreas prioritárias do Projeto Educativo, dão o seu contributo ao nível das aprendizagens fundamentais: "aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver em comum e aprender a ser”.

Entre os projetos / clubes do Agrupamento, há a destacar o Clube de Arte Japonesa, o Clube da Floresta Os Milhafrões, o Clube da Floresta Pinheiro Vivo, o Desporto Escolar, o Programa Eco-Escolas, o Grupo de Cavaquinhos, o Projeto Heróis da Fruta, o Programa de Apoio à Promoção da Educação para a Saúde, o Projeto Art`oca, o Projetos Europeus e ainda a Biblioteca Escolar que reúne vários projetos e o Jornal do Agrupamento Preto no Branco.

Apesar dos projetos/clubes serem dinamizados por uma equipa sob orientação do respetivo coordenador, é importante que, ao longo do ano, não esqueçamos que temos um papel relevante na concretização de muitos deles e na vida do nosso Agrupamento!
Ana Isabel Granja
Coordenadora dos Projetos

Projetos, Clubes em Ação....  -----> [+ Informação]   [horários/profs. responsáveis]

Corta-Mato Escolar

Nunca se tinham inscrito tantos alunos como este ano no corta-mato escolar.

No passado dia 8 de novembro, o grupo de Educação Física do Agrupamento de Escolas de Póvoa Lanhoso organizou, conjuntamente com o Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio, no Parque do Pontido, mais uma edição do Corta-Mato Escolar. O local é magnífico para este tipo de provas e, aliado a um bom dia de sol, como esteve nesse dia, permitiu que alunos, professores, bem como toda a comunidade tivessem podido disfrutar de um ótimo espetáculo.
A competição começou às 10 horas e prolongou-se até ao final da manhã. Foram entregues medalhas aos 3 primeiros classificados por género, nos escalões de Infantis, Iniciados, juvenis e juniores.
Inscreveram-se para esta prova 290 alunos, 156 alunos da Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso (ESPL) e 134 da Escola Básica Integrada do Ave (EBI do Ave), números estes muito superiores ao do ano anterior. Pela primeira vez a ESPL teve mais alunos inscritos que a EBI do Ave.
Esta competição apurou os seis primeiros classificados por escalão/sexo para a fase distrital, em data a definir, a ter lugar em Guimarães, junto à Pista de Atletismo Irmãos Gémeos Castro.
O grupo de professores que dinamizou esta atividade enaltece a forma como todos os alunos se empenharam na participação desta competição, independentemente da classificação conseguida, agradecendo também aos alunos do ensino profissional que fizeram a reportagem fotográfica deste evento.
Ricardo Rodrigues
(pelo Grupo Disciplinar de Educação Física)

terça-feira, 7 de novembro de 2017

AUTOAVALIAÇÃO: modo ON

Avaliar algo e autoavaliarmo-nos são, certamente, dos desafios maiores que nos podem ser colocados. E só poderão ser realizados como um exercício que vem do mais fundo de nós e nunca como uma simples tarefa técnica a executar de forma burocrática. Por isso, terá de começar, sempre, com o reconhecimento de tanto bem recebido para prosseguir no desejo de encontrar um bem maior.
Sem julgamentos ou autojustificações, importará recolher informação o mais completa possível para ser suporte de discernimento e de tomada de decisões, sem receio da verdade e confrontando questões pertinentes. Assim, ganhar-se-á liberdade para a avaliação e autoavaliação.
É desta forma que a nova Equipa de Autoavaliação do nosso Agrupamento olha para este desafio. Uma Comissão Executiva constituída por três professores, auxiliada por um Grupo de Consultores – entre docentes, pessoal não docente, alunos e pais - dará corpo à tarefa de olhar e autoavaliar o Plano Estratégico, no biénio 2017 – 2019, a fim de colaborar com o Diretor do Agrupamento na redefinição ou manutenção desse plano.
Aqui estamos. Prontos a trabalhar e a sonhar, acreditando que a Educação é a asa na qual voam os sonhos.
Margarida Corsino da Silva
(Coordenadora da Equipa de Autoavaliação do AEPL)